Sexta-feira, 5 de Outubro de 2007

Paredes

|Tenho uma parede à esquerda
Tenho uma parede à direita|
||Parede dupla que me encerra||
Tento abrir uma brecha -->||
A princípio não cede
Mas nela todo o meu corpo se projecta
E as rachas surgem
E a parede cede -->//
Por fim cai _ _
Sem estrondo.
Mas logo se ergue uma parede|
E outra mais|
|Uma à esquerda
Outra à direita|
|||E desta vez são triplas|||
|||Daqui não mais sairei|||

4 comentário(s):

Anónimo disse...

Uma curiosidade: como é que registaste os textos no IGAC?

alf disse...

mais um poema cheio de g�nio! Parab�ns!

Sónia disse...

Olá,há muito tempo que não lia um poema teu!!Muito bem escrito, a tua inspiração voltou!
Boa continuação.
beijo.

bruno cunha disse...

anónimo, seria bom se desses um contacto teu para eu responder à tua pergunta.
tanx